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Chama-se inês com i pequeno e um dia vai ser bailarina de caixa de música ou cinderella profissional. Não gosta de palhaços e tem pavor a machucares de coração. Gosta de decalcar sentimentos e remexer em entranhas. Quando fica nervosa morde o lábio inferior ou finge tocar piano nas pernas. Tem o coração pequeno e os olhos grandes, tem os olhos muito grandes.

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10 Cubos de gelo
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Não é comum ficar sem palavras. Por vezes perco-lhes o sentido, mas nunca me abandonam completamente. Hoje,porém, aconteceu-me.
Vi o desenho e nem me passou pela cabeça que fosse feito à mão sequer, quanto mais criado para aquele efeito. Olhei mais de perto e fiquei perplexa. meu coração apertou-se tanto, tanto, e soube tão bem. Só depois dilatou e espalhou no ar o mais doce aroma..


[Made by Saam. cliquem para ver todos os pormenores]






"and yes, that shiny fairy that is giving joy to the whole picture is you." Samuel




Bem, a fada espera pelo dia em que terá o dom de se fazer feliz a ela mesma. Enquanto isso não acontecer, quando estiver nos seus piores momentos e se sentir completamente impotente, olhará para esta imagem e um simples e natural sorriso surgirá.



18 Cubos de gelo
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terça-feira, 29 de setembro de 2009
Mente e diz que ainda me amas. Mente e diz que sempre me amaste. Mente e dizes-me que todas as outras não interessam, que só és feliz comigo. Mente e diz que não há nem nunca haverá alguem como eu na tua vida. Mente e diz que te mostrei quem verdadeiramente eras. Mente e diz que ninguém te conhecia tão bem como eu. Mente e diz que te arrependes de todas as vezes que me fizeste sofrer. Mente e diz que embora tentasses esquecer-me, era uma figura constante na tua rotineira vida. Mente e diz que não era apenas 49,9% da tua vida, mas sim 99,9%. Mente e diz que a tua loucura se deve toda a mim.Mente, mente, mente.

Depois mente só mais um bocadinho e diz que todas estas mentiras fazem parte de uma enorme verdade.



E eu minto também dizendo que ainda me delicio com cada mentira que sussuras ao que foi outrora a minha alma ..

5 Cubos de gelo
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Era meu. Era a única coisa com que podia ser totalmente egoísta. Pertencia-me, sabia disso. Era daquelas coisas que desejamos nunca partilhar com ninguém, queremos todo para nós e temos a perfeita noção de que é puro egoísmo. E mesmo assim preferimos ser egoístas.
Agora, roubaram-mo sem dó nem piedade. Não é justo. a competição entranhou-se de tal forma neles que agora se tornou forma de vida.



Feriram, sobretudo, o meu orgulho.

4 Cubos de gelo
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segunda-feira, 28 de setembro de 2009
- Oh Inês, agora falando asério... Eu ando sempre aqui com estas parvoíces sem desconfiar que sofres..
- Não te preocupes Sam, estou melhor, asério. E além do mais amo parvoíces.
- Mesmo assim.. Sinto que não te conheço. Há tanto de ti que não compreendo e não sei..
- É-me dificil falar contigo sobre assuntos sérios, mas não interpretes mal: A minha vida tem demasiadas pessoas sérias. Encontro em ti um refúgio, algo que se aproxima mais do meu mundo idealizado.
- Nunca te vi desta forma; a Inês alegre é tudo o que conheço. Nunca te vi ir abaixo.És a pessoa que não imagino a fraquejar em momento algum. E agora vejo a dor em que te afogaste..
- Não é assim tão mau.
- Não sei o que dizer. Tens a vida entregue...
- A um monstro?
- Não... tens a vida entregue ao mundo..

4 Cubos de gelo
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- O quê? trabalhaste nas aulas?! :|
- I'm so sorry, I can explain..
- Estou muito desiludida contigo Samuel. A trabalhar nas aulas?!
- PÁRAAA!
- Depois queixe-se que a sua vida anda mal. Pudera, trabalha nas aulas!
- *desespero interior* Olha, tens faltado a todas as datas importantes! Nem me vieste visitar no microwaves day..
- Oh samuel, sabes que é uma data importante, para estar com a familia..
- E também faltaste no dia dos meus anos, dos teus anos, no feriado... Bem, mas isto até perdoo. Agora a gota de água foi teres faltado no dia depois do dia do microondas e no dia aseguir a esse..
- Garanto que não se volta a repetir!


Por vezes, estas pequenas estupidezes criadas por duas mentes com claros problemas psicológicos são o suficiente para nos adormecer nem que seja uma réstia de dor

29 Cubos de gelo
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domingo, 27 de setembro de 2009
Um dia, tudo isto irá acabar. Não precisarei mais de me preocupar com trivialidades que me tornam mais amarga a cada minuto que passa. Não precisarei mais de me preocupar com todos estes insignificantes detalhes que tanto me picam, sem nunca me perfurar totalmente.Estou já farta de empurrões com objectivo de  fazer-me tombar, mas não cair completamente. Verdade seja dita o meu equilibrio, tal como tudo o resto, sempre aparentou ser melhor do que na verdade o era. Se soubessem o enorme esforço que tenho feito para não deixar os meus pés perderem a sua recentemente adquirida harmonia... Quero manter-me firme. Tenho de me manter firme. Felizmente as duas mãos que me quase esmagam os dedos fazendo todo o esforço que lhes é permitido para que não caia têm tanta força quanto as duzentas que me empurram. Sou eu quem vai desempatar este braço de ferro; Tudo depende de mim. Resta saber a quem dou a vitória.


Vou conseguir, vou. Nem que para isso tenha de destruir tudo o que criei. Nem que tenha de abandonar tudo,  arrancar de mim o que demorei tanto a conquistar. Esquecer sons, palavras, cheiros, pessoas. Tudo o que for preciso para me concentrar naquele momento e naquele momento.


Conseguirei equilibrar-me. Esta corda com que agora luto pela minha (sobre)vivência será um dia o meu palco para dançar.

12 Cubos de gelo
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sábado, 26 de setembro de 2009
'Esperava mais de ti..' repentem incessivamente.
Por isto ou por aquilo, todos esperam sempre mais de mim. Todos me querem com mais um bocadinho isto, menos um bocadinho daquilo. Querem que faça o papel da personagem que eles criaram e decidiram associar a mim.
Será que nunca lhes ocorreu que se calhar depositaram demasiadas expectativas em alguém que em momento algum mostrou ser capaz de as atingir?
Não deveria ser possivel desiludir quando nunca foi minha intenção iludir alguém. Adoram tentar disfarçar com tinta branca as manchas negras de mim. Querem que fique perfeita, de um imaculado branco que não ousa possuir qualquer tipo de nódoa. Pois bem, não sou assim. Tenho imenso orgulho em cada lápis que parto, cada folha que borro e cada movimento que falho. Tenho orgulho em todas as minhas manchas pois querendo-o vocês aceitar ou não, são uma parte de mim. Não fui feita para obedecer a limites impostos por outrém: fui feita para criar os meus e estar constantemente a desafiá-los.


Como podem eles esperar tanto de alguem que é tão pouco..?


(Os dedos martelam furiosamente as teclas, a raiva apodera-se dos meus membros, nao tendo eu qualquer controlo sobre o que escrevo. e depois sai isto. Prometo que nao acontecerá demasiadas vezes)

12 Cubos de gelo
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Sempre te disse que "ou te tenho assim, ou prefiro nao te ter de todo" mas agora percebo que não tinha qualquer noção do que dizia. Claro que dói ter-te tão perto e não te poder tocar da forma que fazia, mas provavelmente não aguentaria estar longe. Passei os ultimos dois meses a desenhar mentalmente cada traço teu, mas a minha memória traía-me e fazia sempre questão de me confundir, nao me deixando ver exactamente cada bocadinho de ti ; porque uma parte de mim, por muito pequena que fosse, queria apagar-te por completo. Ao menos assim podia tentar convencer-me a mim mesma que aqueles pormenores teus que me alimentavam eram apenas fruto da minha imaginação. Agora, estavas ali. Nao tinha de depender mais da minha traiçoeira mente. Estavas mesmo ali e eu conseguia admirar todos os detalhes que outrora fazia questão de examinar cuidadosamente.

Estavas ali, em toda a tua glória e esplendor. E eu, verme insignificante também lá estava, morrendo por dentro e a fazer um esforço enorme para que não se notasse por fora. Como sempre, substimei-te. Como podia achar que era capaz de te esconder algo? Deveria saber que tu, melhor que ninguém, me conseguias ler mesmo que nao fizesse um unico movimento ou expressão. Assististe a todo o meu sofrimento, impávido. No entanto não reagiste.

Ninguém à volta percebia ou partilhava tal momento. Embora estivéssemos numa sala estupidamente cheia, o nosso silêncio gritava mais alto que qualquer uma das outras vozes. De mim saía ódio, rancor, tristeza e, principalmente, saudades. De ti emanava calma e conforto. Ainda me hás de ensinar a exprimir silêncios e silenciar palavras.
 
ps: esquece tudo isto. és lixo.
 
 
 
 




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quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Odeio sentir-me usada. Sê-lo só por si já é bastante mau, mas quando são pessoas de quem gosto e confio dói muito saber que não tenham qualquer problema em fazê-lo. Não podemos todos deixar o nosso 'mau lado' para trás, corrermos em campos de trigo e sermos felizes a comer happy meals? E porque não?



Porque os contos de fadas não foram feitos para ser vividos, apenas sonhados.
 
 

 
a paciência esgota-se à mesma velocidade da força.

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quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Quero ser infantil. Quero rasgar as nossas fotos e mostrar-tas assim; dizer 'lalala' cada vez que falam de ti, virar costas e fingir que não te estou a ouvir cada vez que falas comigo; Gritar para te chamar a atenção cada vez que finges não me ouvir; Quero fazer beicinho e birra cada vez que não tenho o que quero.



Porque é que que tens o direito de ser imaturo e eu não?




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terça-feira, 22 de setembro de 2009
- fico contigo para sempre.

- e depois do para sempre, que acontece?

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segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Afastavas pessoas com a mesma facilidade com que fazias com que se aproximassem. Carregas nesse corpo forte um enorme medo: Medo de possuir algo e medo de perderes o que possuís.



Canalizaste mal todo o teu receio; Entregaste-o ao ser doentio que vive dentro de ti, que achou que se não tivesses nada, não podias perder nada.

E agora? Dói a cada dia de passa, mesmo sem se ter nada, perder mais um bocadinho?



10 Cubos de gelo
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domingo, 20 de setembro de 2009
[entrada da escola, a tentar fugir a toda a gente de que me apercebo querer vir falar comigo. Deixei escapar um -.-']


-Tás toda de preto! Parece que tás de luto!
-E estou.
-Aish, asério?!
-Sim.
-Quem morreu..?
-Minha alma.

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sábado, 19 de setembro de 2009
Conheces-me e sabes o que estou a sentir melhor que ninguém. No entanto fazes tudo para ignorar e evitar a dor que transpareço e que só tu consegues ver.
Tens coração, mas tentas a todo o custo extreminá-lo e arrancá-lo de ti. Achas que te faz fraco.
'This is how you remind me of what I really am', dizias. E eu sentia-me feliz e orgulhosa porque sabia que te conhecia melhor que ninguém. Talvez até melhor do que te conhecias a ti próprio.
Mas quando ia demasiado fundo, quando percebias que já não eras mais um livro fechado para mim, tentavas que parasse. Fechavas-te em copas por momentos, mas voltavas a abrir o jogo porque sabias que te era demasiado para que me pudesses perder. 
[e esse medo, onde está agora?]  
Estavas sempre tão concentrado em pedir desculpa que não reparavas que eu nunca me chateava contigo. Bem tentava, mas via o arrependimento estampado nas tuas expressões, palavras e silêncios e perdia a coragem.  Já sofrias o suficiente sozinho. Fizeste-me descobrir características em mim que nunca pensaria ter, como a demasiada bondade e inocência. O meu coração derretia-se ao som da tua voz. Era tão mole...
Tão mole tão mole que agora não se partiu: esborrachou-se.








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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Um enorme obrigada à querida da Patrícia que me presentiou com este miminho :$



O desafio consiste em dizer:


* Quem mais gostas de abraçar, no presente: a Madalena, tem a altura perfeita.
* Quem nunca abraçarias: Quem não quer estar nos meus braços
* A quem davas tudo para poder abraçar: A mesma pessoa a quem sussuro que me abraçe, sem deixar que oiça.
* A quem davas o teu melhor abraço: A quem estivesse a precisar tanto de um como eu


E passar o desafio a 6 blogues à tua escolha:
- Sorrisos de uma vida
- Auspiciosos sentimentos
- Doce orgulho
- Mundo no espelho
- Pensamento Infinito
- Originalidade0

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quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Chamaste-me Inês. Espera.. falaste comigo?! Nem tive tempo ainda para pensar no 'enorme' passo que demos. Finalmente quebraste a parede invisivel e dirigiste-me a palavra.

Mas chamaste-me Inês.
Não me lembro da última vez que disseste o meu nome. Aliás, não me lembro de alguma vez o teres dito. Só tenho memórias do 'fofinha' e 'amor', nunca de nenhum Inês. De repente o meu nome parece a pior palavra do mundo. Repugna-me por momentos. Dito por ti torna-se sombrio, autoritário e feio. Não, não, não. Não quero ser mais uma comum Inês. Era a Inês do Tomás. O Tomás da Inês. Não tens o direito de fazer com que fique sem ti. Quero de volta o que nunca foi meu.



Nunca, nunca mais digas o meu nome dessa forma.
 


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quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Nunca me tinha sentido assim. Já tinha sentido que não estava completa, mas nunca completamente vazia.

Mesmo depois do fim, continuas a destruir a minha vida; os amigos não querem estar comigo pois pareço um boneco ambulante que só lhes transmite dor. Os conhecidos ficam chateados se não lhes falo porque estou cega para tudo que não sejam os teus olhos. Os professores ficam aborrecidos porque, apesar da minha estranha calma, não oiço nada a não ser que saia da tua boca. Na verdade não és tu que destróis a minha vida; são as memórias de nós que o fazem. Na verdade, sobrevivo graças à tua presença. A mesma que  faz de mim um aglomerado de dor faz também com que haja uma razão para acordar todos os dias de manhã.


Não te quero, preciso.



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segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Grita. Grita o mais alto que puderes. Grita de modo a que todos te oiçam, por mais longe que estiverem.
Grita até não haver qualquer réstia de ódio no teu corpo. Grita até o silêncio dos teus gritos vazios ser o único som a ecoar no espaço. Grita até te doerem os pulmões e sentires a cabeça a latejar.  Grita até sentires que o teu coração já não passa de um inútil acessório. Grita até perderes todas as tuas forças e seres envolvida por um manto negro que te faz as pernas falhar e te puxa violentamente para baixo.
Grita, grita, grita.


Só depois chora, porque ninguém ouviu os teus gritos.





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domingo, 13 de setembro de 2009
Tratam-me como se fosse uma daquelas bonecas baratas, que se recebem de duas em duas semanas quando a nossa tia favorita nos vem visitar. Aquelas em que pegamos, achamos graça e brincamos com elas, até nos fartarmos e querermos outra. Aquelas que, depois de perderem a graça, não passam de mais uma na nossa enorme colecção de figuras imóveis. Não percebem o sofrimento dos que são condenados a ser bonecas sem o quererem. Porque mesmo eu, boneca que sou agora, tenho sentimentos [ou pelo menos o que resta deles]



E bonecas também choram, nem que sejam lágrimas de plástico...






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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
How can you be so heartless?

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Fi-lo. Custou-me, mas fi-lo. Voltei a rever todas as conversas que tive contigo na esperança de encontrar uma memória à qual me pudesse agarrar com todas as minhas forças na esperança de te manter vivo em mim.
Fiquei extasiada.
Finalmente percebi o que os outros diziam ver e que eu me recusa a aceitar como realidade. Sentia como cada 'és minha' emanava posse, como se de um troféu se tratasse, em vez da ternura que eu vira naquela altura.
Começo a dar-lhes razão. És doentio. Aliás, isso sempre o soubera; o que nao sabia era que não era eu a causa da tua doença.






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quinta-feira, 10 de setembro de 2009
É sempre bom ter alguém que se preocupa connosco, mesmo quando não é essa a pessoa que queremos.




Six Billions people in the world. Six billions souls. And sometimes.. all you need is one




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Chegas. Invento uma qualquer desculpa para chegar junto de ti mais depressa.
Aproximas-te. [Nunca me apercebi de como eras previsível; seguias uma rotina demasiado definida, o que fazia imenso contraste com o meu desejo constante de diferença.]
Apercebo-me do qe tencionas fazer [há muito que te sabia de cor].
Os teus olhos nunca foram capazes de me mentir ou enganar; apenas as tuas palavras o eram. Era como se me falassem; dizem que os olhos são as janelas da alma, mas duvido que tenhas uma alma assim tão pura.
Percebo que me queres abraçar. Deixamos de ser estranhos por um momento e partilhamos aquele momento com enorme paixão [ou assim o achava]
Nunca fazia nada, aprendi a moldar-me a ti, a deixar sempre que definisses o que ia acontecer aseguir. Agora, Eu controlo a minha própria vida e vontade; e neste momento decidi que estou farta.



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Ódio por ele? Não... se o amei tanto,
Se tanto bem lhe quis no meu passado,
Se o encontrei depois de o ter sonhado,
Se à vida assim roubei todo o encanto,
Que importa se mentiu?
(...)
Nunca mais o amar já é bastante!
Quero senti-lo doutra, bem distante,
Como se fora meu, calma e serena.

Ódio seria em mim saudade infinda,
Mágoa de o ter perdido, amor ainda!
Ódio por ele? Não.. não vale a pena.


Florbela Espanca -

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009
-Amo-te.
-Pois, dizes isso agora...
-Agora e sempre; no dia em que mudar de opinião tás autorizada a dar-me um tiro :c

É por estas e por outras que daria imenso jeito ter licença de porte de arma.

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Out of all your lies, 'I love you' was always my favourite.


Peço desculpa pela falta de entusiasmo no começo neste espaçinho, prometo melhorar com o tempo x.x

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Um novo presente, totalmente dedicado ao passado.
Welcome ! x)