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Chama-se inês com i pequeno e um dia vai ser bailarina de caixa de música ou cinderella profissional. Não gosta de palhaços e tem pavor a machucares de coração. Gosta de decalcar sentimentos e remexer em entranhas. Quando fica nervosa morde o lábio inferior ou finge tocar piano nas pernas. Tem o coração pequeno e os olhos grandes, tem os olhos muito grandes.

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29 Cubos de gelo
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domingo, 27 de setembro de 2009
Um dia, tudo isto irá acabar. Não precisarei mais de me preocupar com trivialidades que me tornam mais amarga a cada minuto que passa. Não precisarei mais de me preocupar com todos estes insignificantes detalhes que tanto me picam, sem nunca me perfurar totalmente.Estou já farta de empurrões com objectivo de  fazer-me tombar, mas não cair completamente. Verdade seja dita o meu equilibrio, tal como tudo o resto, sempre aparentou ser melhor do que na verdade o era. Se soubessem o enorme esforço que tenho feito para não deixar os meus pés perderem a sua recentemente adquirida harmonia... Quero manter-me firme. Tenho de me manter firme. Felizmente as duas mãos que me quase esmagam os dedos fazendo todo o esforço que lhes é permitido para que não caia têm tanta força quanto as duzentas que me empurram. Sou eu quem vai desempatar este braço de ferro; Tudo depende de mim. Resta saber a quem dou a vitória.


Vou conseguir, vou. Nem que para isso tenha de destruir tudo o que criei. Nem que tenha de abandonar tudo,  arrancar de mim o que demorei tanto a conquistar. Esquecer sons, palavras, cheiros, pessoas. Tudo o que for preciso para me concentrar naquele momento e naquele momento.


Conseguirei equilibrar-me. Esta corda com que agora luto pela minha (sobre)vivência será um dia o meu palco para dançar.