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Chama-se inês com i pequeno e um dia vai ser bailarina de caixa de música ou cinderella profissional. Não gosta de palhaços e tem pavor a machucares de coração. Gosta de decalcar sentimentos e remexer em entranhas. Quando fica nervosa morde o lábio inferior ou finge tocar piano nas pernas. Tem o coração pequeno e os olhos grandes, tem os olhos muito grandes.

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5 Cubos de gelo
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sábado, 19 de setembro de 2009
Conheces-me e sabes o que estou a sentir melhor que ninguém. No entanto fazes tudo para ignorar e evitar a dor que transpareço e que só tu consegues ver.
Tens coração, mas tentas a todo o custo extreminá-lo e arrancá-lo de ti. Achas que te faz fraco.
'This is how you remind me of what I really am', dizias. E eu sentia-me feliz e orgulhosa porque sabia que te conhecia melhor que ninguém. Talvez até melhor do que te conhecias a ti próprio.
Mas quando ia demasiado fundo, quando percebias que já não eras mais um livro fechado para mim, tentavas que parasse. Fechavas-te em copas por momentos, mas voltavas a abrir o jogo porque sabias que te era demasiado para que me pudesses perder. 
[e esse medo, onde está agora?]  
Estavas sempre tão concentrado em pedir desculpa que não reparavas que eu nunca me chateava contigo. Bem tentava, mas via o arrependimento estampado nas tuas expressões, palavras e silêncios e perdia a coragem.  Já sofrias o suficiente sozinho. Fizeste-me descobrir características em mim que nunca pensaria ter, como a demasiada bondade e inocência. O meu coração derretia-se ao som da tua voz. Era tão mole...
Tão mole tão mole que agora não se partiu: esborrachou-se.