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Chama-se inês com i pequeno e um dia vai ser bailarina de caixa de música ou cinderella profissional. Não gosta de palhaços e tem pavor a machucares de coração. Gosta de decalcar sentimentos e remexer em entranhas. Quando fica nervosa morde o lábio inferior ou finge tocar piano nas pernas. Tem o coração pequeno e os olhos grandes, tem os olhos muito grandes.

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28 Cubos de gelo
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domingo, 15 de novembro de 2009
'Não sei como, não sei porquê.
Aproximaste-te de tal forma que, mesmo estando tu a falar baixo, parecia que me gritavas ao ouvido a plenos pulmões. Pousaste a cabeça no meu ombro e conseguia sentir a tua voz. Encostei a cabeça ao teu peito e tentei sentir o batimento do teu coração. Certificar-me que continuava ali, a bater, fosse por quem fosse. Ficávamos cerca de 30 segundos a olhar um para o outro, de cada vez, que eu já sentia saudades de olhar para ti assim de tão perto. A apreciar a nossa reconquistada proximidade. Ficámos de tal forma próximos que afirmaste sentir as minhas pestanas roçarem na tua pele. Sorri, pois não duvidava que tal fosse verdade.
Depois, a circustância obrigou a que nos afastássemos. Não gostei, não gostei mesmo nada. Então agarrei o teu braço. Estavas já demasiado distante e queria-te mais perto. Ousei pedir que te sentasses ao meu lado de novo. Não estou certa de que tenhas ouvido mas sabias decerto o que pretendia. Por isso voltaste a sentar-te e envolveste-me completamente nos teus braços. Murmuraste algo que não consegui compreender, mas que decerto teria gostado. Depois, deste-me um beijo na testa e olhaste para mim muito tempo.
E eu sei que durante aqueles escassos minutos gostaste mesmo muito de mim.'